Tentando copiar a malta das vendas agressivas, em Portugal o governo faz compras agressivas.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
NãoSeiQueTituloDarAIsto. DeTodoOModoTáUmaMerda.
O "Magalhães" pelos vistos é uma banhada… Por acaso estava a ficar lixado com a subsidiação em massa para a compra daquele PC. Agora fico mais descansado… Aquilo, ao que parece, é da Intel e não inovação nacional... (Quando o governo Português faz auto-publicidade desta maneira a interpretação mais económica é a que segue uma presunção de aldrabice).
Pensei que fosse anedota mas não. Que o Zé da esquina o diga no café ou num blogue, isso já é mau, mas uma Juíza num despacho…
Para acabar, esta: o socialismo jardineiro.
Humor negro
"O gajo era tão seco e antipático que ficou todo esburacado e mesmo assim não se lhe viam humores"
quarta-feira, 30 de julho de 2008
A Náusea, O vómito, O LIXO
Ainda estou para saber quais é que são os interesses ignóbeis por detrás do não ao acordo ortográfico. (Se calhar são os dos livreiros que vão tirar uns extras com o acordo.)
Também queria saber que vantagens isto traz.
Por enquanto, enquanto ainda não sei, e podendo estar a cometer algum erro, como o que cometi por causa dos transgénicos (erro que quero corrigir), vou arriscar um postal mui zangado e mui catita.
Hoje pode ler-se isto na TIMES ONLINE: "Portugal's decision to adopt Brazilian Portuguese has been hastened by the rise of the internet". (O artigo continua.)
É ao ver merdas como o "acordo" que se me turvam os olhos e me começa a dar vontade de vomitar… A história, a cultura e a nossa identidade nacional cedem perante inúmeros mal amanhados argumentos… (Bem refutados aqui.)
Eu a pensar que era o estudo de uma língua e a respeitabilidade das instituições que o fazem que a "fortalece".
Adriano Moreira disse algures que ficar cá era um acto de amor e de coragem… pois eu digo: somos cada vez mais corajosos.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Eu até traduzia…
Se não tivesse deixado a gramática do António Freire em casa e estivesse ao pé do dicionário…
OK, não me apetece traduzir. Aqui fica um texto que me ajuda a sair da fossa:
"Fortune rota volvitur;
descendo minoratus;
alter in altum tollitur;
nimis exaltatus
rex sedet in vertice,
caveat ruinam,
nam sub axe legimus
Hecubam reginam."
in: Carmina Burana: Cantiones profanae cantoribus et choris cantandae comitantibus instrumentis atque imaginibus magicis
sexta-feira, 25 de julho de 2008
7 Horas…
…e um bebé a cagar-se duas vezes por hora dentro de um autocarro com dois putos a fazer barulho feitos estúpidos.
Mas é o recém-nascido que me intriga…
COMO É QUE ALGUÉM TÃO PEQUENO CONSEGUE CHEIRAR TÃO MAL?
Será o cheiro do Hades? Afinal de contas ainda têm dentro delas o pecado original…
domingo, 20 de julho de 2008
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Aumento das vagas no ensino superior
"Como ele gostava muito de pessoas decidiu tirar um curso de antropofagia."
terça-feira, 8 de julho de 2008
Curioso
Porque é que quando um automobilista não deixa passar um peão na passadeira acena em jeito de agradecimento? (Não estou a falar dos casos em que o peão cede a prioridade ou começa a engonhar num "passo ou não passo").
Eu agradeço quando me fazem um favor, como de resto toda a gente menos esses gajos.
Para fazer favores há uma vontade daquele que faz o dito em levar a cabo uma determinada acção (livre arbítrio à parte). Ora no caso em apreço a proposta que o automobilista faz ao peão é esta:
- Oh chefe! Deixas-me passar ou queres ser atropelado?
A voluntariedade que resta aqui é pouca (ou nenhuma considerando que pode haver situações de sério perigo para a vida humana, partindo da posição que há coação físicana ameaça de morte). Por isso não acenem mas façam cara de desalmados. Já viram o que era se os assaltantes sorrissem para vítima a quem estão a roubar com uma arma apontada à cabeça e lhe agradecessem?
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Empreendedorismo
O boom das notas dos exames nacionais vem auxiliar a criação do "espírito empreendedor". Se o empreendedorismo é qualquer coisa do tipo "find your own way" (como dizem alguns) então quanto mais perto os estudantes estiverem do analfabetismo melhor…
É deste escrito que me lembro quando se fala deste tema: Kant - Anuncio do programa de lições para o semestre de Inverno de 1755-1766. O Autor, mais honesto do que os nossos, depara-se com esta dificuldade: Como ensinar a pensar aqueles que não têm bases para o fazer sem influenciar o seu raciocínio e sem que os alunos sejam limitados na produção de raciocínios originais? E nota que ela é de dificílima resolução.
Alexandre o Grande foi discípulo de Aristóteles e como tal foi influenciado pelo mestre tal como o segundo houvera sido por Platão. Estas últimas frases podem não fazer muito sentido mas tinha este nó atravessado na garganta.

