sexta-feira, 10 de abril de 2009
Formas de criação de riqueza sem destruir a natureza e o património edificado
segunda-feira, 6 de abril de 2009
MCLT - Carta aberta ao MOPTC
Exmo. Sr. Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Exma. Sra. Secretária de Estado dos Transportes
A calamitosa política de transporte seguida para as Vias Estreitas (VE) do Douro nas últimas três décadas atingiu o ponto de ruptura. A falácia do prejuízo nestas vias-férreas, mesmo tratando-se de um serviço público a manter para bem da solidariedade e coesão social, e malgrado a forma danosa como têm sido administradas, esquece convenientemente os desastres financeiros da Carris e dos Metros do Porto e de Lisboa, averbando respectivamente prejuízos crescentes na ordem dos 18, 150 e 160 milhões de euros, suportados por todos os portugueses, do Litoral ao Interior e Ilhas.
O fundamentalismo do alcatrão culminou na imobilização de todo o país em Junho de 2008, face à dependência do petróleo e da rodovia, assistindo-se a uma escassez de víveres preocupante numa questão de dias, enquanto apenas 3% das mercadorias é transportada por via ferroviária. O favorável panorama petrolífero actual é passageiro, e será agravado pela imposição das chamadas taxas ecológicas, com impactes muito pesados para o transporte rodoviário de mercadorias. (Continua...)
Se fosse em Portugal isto não estaria assim… talvez um poucochinho degradado ou em ruínas
Salamanca (Nota histórica sobre a universidade
)sábado, 4 de abril de 2009
"The Sunday supplements of the New York papers played up the case with fascinating sketches which showed the head of Benjamin Button attached to a fish, to a snake, and, finally, to a body of solid brass. He became known, journalistically, as the Mystery Man of Maryland. But the true story, as is usually the case, had a very small circulation."
F. Scott Fitzgerald, The Curious Case of Benjamin Button
Apatridia
Pertenço à gente que nasceu no meio das fragas, que apesar de ser gente dura é diariamente achincalhada por farsantes!
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Alguns vídeos da linha do Tua
Espero que a última imagem não seja um mau augúrio para Trás-os-Montes apesar de imagens como esta fazerem, cada vez mais, parte da paisagem!
O Jornalismo (?) em Portugal
Esta notícia está escrita de maneira esquisita. Diz aquilo que não diz e insinua o que não chega a dizer!
Diz-se que “ao contrário do que tem sido veiculado, os quatro acidentes com outras tantas mortes, nos últimos dois anos, não são casos isolados ao longo dos 120 anos desta ferrovia”. O problema é que o que foi veiculado foi que não houve acidentes como os dos últimos anos.
Um rebentamento de pólvora de um fogueteiro parvo, não se assemelha aos descarrilamentos dos últimos anos. A morte de Abílio Bessa não ocorreu, também, por falta de segurança na linha assim como “em 1961, o embate do comboio numa camioneta fez mais um morto e dois feridos” é falha humana e não prova da inviabilidade ou falta de segurança da linha, prova… falha humana!
E os outros oito mortos que faltam? Teriam morrido porquê? Sabem ou dizem o que é considerado como acidente? Há umas semanas a linha amarela do Metropolitano de Lisboa esteve a manhã toda sem funcionar, por causa de um acidente com uma "vítima" mortal!
Para além de, claramente sem querer, dar razão àqueles que defendem o melhoramento da via que tem sido deixada à degradação esta notícia vem sugerir que se feche o IP4, claramente mais mortífero do que a linha do Tua.
Qual será o interesse desta gente?
Fica aqui uma viagem de quem gostou:
quinta-feira, 2 de abril de 2009
As duas coisas que não me têm saído da cabeça hoje
A outra é mais séria. O governo está a pensar criar ciclovias nalgumas linhas de caminho-de-ferro desactivadas do Norte. Mas expliquem-me uma coisa: a ideia deste conceito não é criar condições, em lugares de grande tráfego automóvel, para que as pessoas possam passear a pé, de bicicleta, & c. em segurança, por zonas onde a paisagem é bonita?
Sim, o governo teve uma ideia porreira pah… caminhos em terra batida bem tratados e separados do tráfego automóvel perto de paisagens bonitas não existem por aqueles lados! Fazem mesmo falta, por lá é só carros e transportes púbicos, até faz aflição ter de parar de 5 em 5 minutos a cada passagem de nível para deixar passar os comboios!


